
Dante Delmanto é um ícone da advocacia criminal brasileira, tendo como filho o também ilustre e saudoso jurista Celso Delmanto. Dizer mais é dispensável. E é exatamente pela notoriedade do sobrenome de Dante que seu livro “Defesas que fiz no júri” foi uma bela surpresa, perdida em meio a muitos livros mais técnicos e volumosos, em uma estante de “Direito Penal”. Obra de leitura leve e límpida, ela acaba sendo deveras acessível, principalmente aos que não são íntimos ao mundo do Direito.
A satisfatória experiência de longos anos de Delmanto é a matéria prima deste surpreendente livro. Como é dito na própria apresentação, escrita a 22 mãos amigas do querido mestre, meio século de apaixonada atuação no júri é privilégio de poucos.
Como o próprio nome da obra já antecipa, são trazidos vários casos, cada um apresentado preliminarmente ao leitor, inclusive com menções de notícias e destaques jornalísticos, para, somente depois, mergulhar-se nas veredas do direito, sendo ainda, por vezes, necessário valer-se da alusão aos inafastáveis conhecimentos científicos da perícia e da psicologia. É interessante saborear os deslindes e a solução de todos os casos, sendo praticamente impossível não curvar-se diante da sagacidade de Dante Delmanto em muitos dos episódios.
Até mesmo os menos inclinados às seduções do Direito Penal não conseguem resistir à beleza deste livro, que é uma prova de essencialidade da realização de justiça nesta espinhosa área da ciência jurídica. Mesmo diante da extrema crueldade de alguns casos, somos obrigados a compreender a necessidade do exercício do direito de defesa e a concretização dos ideais de justeza.
A sétima edição de “Defesas que fiz no júri”, que aproveita o ensejo e celebra o Centenário de nascimento do autor, sucede seis edições esgotadas e que atestam a excelência da obra.
Caro Amigo,
eu esperava ouvir tudo… menos isso: “Já estou começando a ficar com VERGONHA de ser seu amigo, e ser tão…tão…nada, ou algo que o valha.”
Vergonha?
Que história é essa de ser “nada”? Com 25 anos tu já é bem maior que muita gente que conheço, e sabe a importância de ser isso tudo. Já é maior do que eu.
Das pessoas que eu gosto, passo a me alegrar sinceramente com suas conquistas. Estudo com pessoas que já são grandes profissionais, e que sempre aparecem com novas vitórias, e até contratos à vista. E eu lá atrás estudando, lendo, rindo, e compartilhando a alegria delas. Menos. Mas TUDO que elas contam de conquista é alegria pra mim.
É assim com as pessoas que quero bem.
E só tenho vergonha de quem eu não gosto, do que não quero.
Mas não tenho vergonha dos meus amigos de verdade, nem do que não sou.
Repete algumas vezes isso “Já estou começando a ficar com VERGONHA de ser seu amigo”, e observa o peso que tem. Pra mim e pra você!
E sei que no fundo, no fundo, láááá no fundo, você ficou mais alegre que envergonhado!
Abraço!
Antonino, agradeço pelo comentário e pelo link!
Meu blog é novo, provavelmente por isso não o tenha encontrado ainda. Tem só uma semaninha de vida mas espero que dure bastante
Abs!
Só mundando de lugar, hein? =) Mas aqui parece bem mais visitável.
Fiquei de novo com vontade de comprar esse livrinho, oh..
abraço, chefe
Olá!
Estou tendo o privilégio de ler este livro…simplesmente maravilhoso..Sou estudante de Direito e apaixonada pelo Direito Penal.